Posts filed under 'Saúde - Dr. Hugo Ricardo'
Perdoar faz bem á Saúde
Qual foi a última vez que você perdoou alguém? Você guarda mágoa ou costuma perdoar quem lhe fez uma ofensa? Um psicólogo americano provou que o perdão faz bem à saúde física de quem perdoa!
Guardar rancor faz mal à saúde. Esta é a conclusão de uma das maiores pesquisas já realizadas sobre o assunto até hoje. “Perdoar é ter paz na vida, mesmo quando as pessoas te magoam e as coisas não acontecem do jeito que você quer”, explica Fred Luskin, psicólogo da prestigiosa Universidade Stanford, na Califórnia.
Ele comprovou que a mágoa pode causar uma série de doenças: – problemas cardiovasculares; – problemas no sistema imunológico; – risco de sofrer um derrame; – risco de ter câncer.
“Quando alguém tira algo precioso de você, quando você não é amado, quando não o tratam bem, é normal ficar chateado, com medo, confuso, se sentir sozinho. É parte do processo, parte da vida. Você tem que lamentar a perda, você tem que sofrer.
A questão é: por quanto tempo?”, explica o psicólogo. Quem não perdoa tem três vezes mais chance de sofrer um ataque cardíaco. Toda vez que você fica remoendo lembranças amargas, o organismo libera substâncias químicas associadas ao estresse. As emoções negativas têm efeito sobre o corpo: – dor de estômago; – dor de cabeça; – dores musculares; – tontura; – fadiga “O perdão também é para os pequenos problemas: se o cliente não retorna a ligação, perdoe.
Se alguém rouba o seu cliente, perdoe. Se sua mulher briga porque você está atrasado para o jantar, perdoe”, explica Fred Luskin. Pense nas vezes em que você fez os outros sofrerem e precisou de perdão. Já que o perdão pode melhorar sua vida, que tal começar a praticar? Perdoar não é esquecer. Perdoar é viver em paz.
Fonte: fantastico.globo.com
Add comment 21 Maio 2009
O pânico
O pânico é definido pelos especialistas como um distúrbio psicossomático, cujo principal característica é
um medo irracional.
De forma abrangente, o pânico assemelha-se a um ataque de ansiedade, um mal característico dos grandes centros urbanos e, ao contrário das fobias, manifesta em qualquer idade. O pânico se manifesta, em primeiro lugar, quando surge em casos de medo intenso, geralmente breve, que começam e terminam sem razão aparente. Em segundo lugar, aparece junto com distúrbios físicos, considerados específicos, como se fosse indigestão ou infarto. E em terceiro o ataque aparece repentinamente, mesmo em pessoas consideradas pelo médico como sadias e equilibradas. Se a pessoa estiver pelo menos quatro sintomas descritos a seguir, estará com quadro de um ataque de pânico: sensação de asfixia, palpitações cardíacas, calafrios ou calor, dores fantasmas no abdome, dor de cabeça, medo de morrer, urinar de forma involuntária, náuseas e distúrbios intestinais, os movimentos desaparecem ou então, como é freqüente, a pessoa começa a correr para qualquer lado.
Psicoterapia associada a medicamentos é um método mais empregado pelos especialistas. Como em outros distúrbios, os especialistas afirmam que a prevenção é essencial e quanto antes iniciar o tratamento do paciente , melhor. Outros, no entanto propõem a formação interdisciplinar para tratamento do pânico (médicos, psicólogos, sociólogos, sanitaristas) agiria conjuntamente para aliviar os efeitos patológicos produzidos pela vida nas grandes cidades e pelo estresses provocados por excesso de trabalho. Resumindo, o pânico é um distúrbio complexo que, apenas os remédios não conseguem curar.
Olhando o texto acima, lembro-me do início de minha carreira, na década de 80, não se falava de pânico eu não tive nenhum contato com um paciente com pânico, apesar de muitos sintomas gastrointestinais inseridos nessa síndrome, não havia um relato convincente na história desses pacientes. Então comecei a observar que na década seguinte o número de casos ou informações médicas a respeito cresceu. Então pude constatar que pacientes começaram apresentar mais sintomas de medo, com componentes psicossomáticos ou relato anterior de medo em algum momento. O que eu acho pessoalmente que as informações hoje são em tempo real, celular, internet, antes escutava uma notícia em primeira mão somente alguns dias do ocorrido, pelo rádio ou TV. Com passar do tempo, principalmente na década de 90 uma grande transformação houve com entrada dos celulares e internet, onde notícias de impacto ficaram mais ao alcance e mais freqüentes, o trabalho começou a ficar mais exigente com muitas coisas a serem resolvidas em um curto período de tempo. Com isso as pessoas que possuem uma predisposição maior ao pânico ficaram mais susceptíveis.
Em Pv 3: 25 nos diz: ‘‘Não temas do pavor repentino, nem assolação dos ímpios quando vier, pois o Senhor será a tua esperança, e guardará os teus pés de serem presos”. Em gálatas 5: 23 diz‘‘ o fruto do Espírito Santo é mansidão, domínio próprio….”Com a certeza da segurança no Senhor em nossas vidas e ação poderosa do Espírito Santo não há tempo corrido, não há notícia de impacto que abalará nosso viver, nossa segurança nos tempos atuais. Glória ao Senhor Jesus.
Dr. Hugo Ricardo
Add comment 14 Outubro 2008
Remédios
Se todos nós lêssemos a bula de um remédio, certamente não teríamos coragem em tomá-los. Muitos de
nós já passamos por alguma experiência nesse sentindo. Na verdade, os remédios são muito úteis e são utilizados tanto para cura, como profilático com paliativos.
Os remédios representam muito no contexto da medicina, eles propiciam a longevidade. Hoje a média de idade dos brasileiros já ultrapassa os 70 anos, isso graças a melhoria nas pesquisas e um aumento no arsenal de remédios disponíveis em muitas das especialidades médicas. Cito o exemplo dos remédios de pressão arterial e do diabetes, que permitiram um aumento extraordinário na qualidade de vida desses pacientes, com o retardamento das complicações e permitindo a maior sobrevida.
No entanto, os remédios são utilizados de forma leiga por muitos de nós, sem a orientação médica adequada e levando até a morte. Lembro-me de uma paciente que queria emagrecer de qualquer jeito, ouviu falar de um chá que fazia emagrecer e protegia para outras doenças, tomou durante 2 a 3 meses, mas veio a falecer por uma insuficiência hepática aguda. Outro exemplo: uso abusivos de analgésicos e antiinflamatórios, levando a úlcera gástrica com ou sem hemorragia digestiva. Outros exemplos eu poderia citar, mas ficaria aqui por muito tempo.
A verdade é que praticamos o uso abusivo de automedicação. Nas farmácias há um estímulo para venda de medicação, posto que a pessoa antes de ir ao médico vai à farmácia e o vendedor vende o remédio sem ou quase nenhum conhecimento do mesmo. Isso é uma prática comum. Troca de remédio no balcão da farmácia é outro exemplo.
Temos então que ter em mente que, os remédios são essenciais para uma prática correta da medicina e cabe ao médico, somente a ele, o melhor para o paciente.
Dr. Hugo Ricardo
Add comment 25 Setembro 2008
Obesidade
Apesar de se tratar de uma condição clinica individual, é visto, cada vez mais, como serio e crescente
problema de saúde pública: excesso de peso predispõe o organismo a uma série de doenças, em particular doença cardiovascular, diabetes tipo II, apnéia do sono, osteoartrite, esteatose hepática e até predisposição ao câncer.
Causas
Pesquisadores já concluíram que o aumento da incidência de obesidade nos últimos 25 anos do século 20 teve as principais causas o consumo excessivo de nutrientes combinado com o aumento do sedentarismo. O consumo médio de calorias de 1977 a 1995 quadruplicou.
Agenética tem seu papel, poliformismos em diversos genes que controlam o apetite o metabolismo predispões a obesidade, mas a condição requer a disponibilidade de calorias em quantidades suficiente, e talvez outros fatores, para desenvolver-se plenamente.
Determinadas doenças físicas e mentais e algumas substância farmacêuticas podem predispor à obesidade. ( hipotiroidismo é uma das mais freqüentes.), e o uso de corticoide. Certas enfermidades psicológicas aumentam o risco de obesidade, disfunções alimentares, bulimia nervosas.
Tratamento
O principal objetivo é o emagrecimento com dieta adequada e exercício físico, manter o peso reduzido é maior desafio.
Recomendações para o tratamento clinico da obesidade
1) Pessoas acima IMC 30 devem ser iniciadas num programa de dieta de redução calórica, exercícios físicos e outras intervenções comportamentais e estabelecer objetivos realistas da perda de peso.
2) Se objetivo não foram o alcançado terapia medicamentosa deve ser oferecida
3) Terapia farmacológica deve ser individualizada e cuidadosamente acompanhada pelo médico. (realizar tratamento medicamentoso sem orientação é um perigo)
4) Pacientes com IMC acima de 40 que não alcançaram seus objetivos de perda de peso (com ou sem medicamento) e que desenvolvem outras condições derivadas da obesidade, podem receber indicação pra realizarem cirurgia bariátrica.
Dr. Hugo Ricardo
Add comment 12 Setembro 2008
Esteatose Hepática
O termo esteatose hepática significa acúmulo de gordura no fígado (colesterol e triglicérides). Muitos pacientes ficam assustados com esse termo, pensando que já tem cirrose. Não é verdade, hoje em dia com a ultrasonografia realizado de forma mais rotineira, o achado de esteatose hepática é mais comum, principalmente em obesos, diabéticos, pacientes magros também podem ter, desde que tenha diabetes e colesterol alto e uso de medicações e álcool.
Geralmente a esteatose é assintomática, porém as pessoas pensam que vários sintomas que possuem como má digestão, boca amarga, dor de cabeça está relacionado com sintomas do fígado, o que não é verdade. O achado clínico é hepatomegalia, ou aumento do fígado, devido ao depósito de gordura. Apresentando leve desconforto no lado direito.
Dr. Hugo Ricardo
Add comment 1 Setembro 2008


