Os deuses mitológicos e o verdadeiro Deus
19 Junho 2009
Ao atentarmos para a mitologia de épocas e culturas diferentes, nem sempre encontramos um “deus” bom e amoroso. Calma, já vou explicar!
Em 1 Rs 18 vemos o profeta Elias enfrentando quatrocentos e cinquenta profetas de Baal, o deus principal dos cananeus. Baal era o deus da fertilidade, mas adorá-lo significava envolver-se em prostituição sagrada e sacrifício de crianças. Durante os sacrifícios o povo tocava flauta e tambores disfarçando assim o grito dos bebês primogênitos que eram jogados nas chamas da estátua de bronze oca.Encontramos também na bíblia, Dagom, outro cruel e sanguinário deus.
Em Jz 16.23 nos deparamos com Sanção de cabelos raspados e com os olhos arrancados na finalidade de ter suas forças eliminadas, para então ser sacrificado. Mas mediante a última oração de Sansão, o Deus verdadeiro (o nosso) lhe restituiu as forças para então matar a todos os servos do deus metade homem e metade peixe.
Bel e Nebo eram deuses da astronomia, literatura e saber, mas seus “poderes” não foram suficientes para impedir a queda do império babilônico.”Os ídolos deles são de prata e ouro, obra de mãos de homem. Têm boca, mas não falam, têm olhos, mas não vêem; têm ouvidos, mas não ouvem, têm nariz, mas não cheiram; têm mãos, mas não apalpam, têm pés, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta.” (Sl 115.4-7)
Durante muito tempo os profetas se entristeceram com o povo que se voltava a deuses estranhos, mas como podemos ver, eles não tinham poder algum. E se tratando de deuses não poderíamos deixar de falar do “VERDADEIRO DEUS”, soberano sobre terra e céu.
O nosso Deus pode nos ouvir e também nos responder, e acima de tudo é um pai bondoso que não nega bem algum aos que andam em retidão, afinal deu seu único filho por amor a todos nós. (Jo 3.16) Por que então não adorá-lo, e declara-lo Rei para sempre em nossas vidas?
Tony Rogers Furtado
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