Palavra do Dia

Hebreus 4: 15
”Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.”
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Grande Campanha de Libertação ” A quebra da Muralha”

Todas as quintas –feiras ás 19h00min na Catedral da Juventude de Cristo durante 7 semanas, Deus tem derramado seu Poder, sua Graça. Realizando impossíveis. Venha participar conosco , Deus tem uma grande benção para sua vida e para sua família.
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A cada cigarro menos 11 minutos de vida
Calculam que fumar de maneira habitual encurta a esperança de vida em 6,5 anos
Valendo-se de estudos epidemiológicos, expertos do Reino Unido determinaram o real impacto sobre a saúde das pessoas.
Consumir um pacote de 10 unidades equivale a viver três horas e 40 minutos menos, enquanto que um cartão completo resta um dia e meio de vida do fumador.
Sempre tem se dito que o tabaco é nocivo para a saúde, que pode produzir câncer e que a longo prazo encurta a vida das pessoas. Um novo estudo realizado por um grupo de cientistas da Universidade de Bristol na Inglaterra, da mais precisão a estas advertências ao calcular que cada vez que um homem fuma um cigarro esta encurtando sua vida em 11 minutos.
Como se fosse pouco, o estudo publicado pela revista cientifica British Medical Journal, afirma que os adictos ao tabaco diminuem em 6,5 anos sua esperança de vida por culpa dos cigarros.
De qualquer forma, este ultimo calculo rege unicamente para pessoas do sexo masculino que começaram a fumar aos 17 anos e não pararam até os 71.
O investigador inglês Richard Mitchell explica que estimaram que se um homem fuma como media 5.722 cigarros anuais a partir dos 17 anos de idade, e não deixa de faze-lo até os 71, haverá consumido um total de 311.688 cigarros em toda a sua vida.
Pesquisa dos dados
O doutor observou durante 4 décadas – começando em 1951 a mais de 34 mil médicos ingleses do sexo masculino. Todos eram maiores de 40 anos sendo alguns fumadores e outros não.
Dentro dos resultados, Doll descobriu que a porcentagem de mortes de aqueles que fumavam era 3 vezes maior em homens entre 45 e 64 anos e o dobro para os que tinham entre 65 e 84 anos, em comparação com os não fumantes.
É que os efeitos nocivos do tabaco vão além do câncer de pulmão. Os fumadores habituais tem mais possibilidades de apresentar sintomas de deterioro intelectual, como perda de memória, linguagem e capacidade de aprendizagem.
Além disto triplica as possibilidades de dano cerebral e um fator de risco para as doenças cardiovasculares, entre outros numerosos males.
Jogos Matemáticos
Entenda o caminho seguido pelos investigadores ingleses para chegar a estabelecer que cada cigarro resta, em media, 11 minutos de vida a uma pessoa.
Primeiro calcularam que os 6,5 anos de diminui a expectativa de vida equivalem a 2.374 dias ou 56.976 horas ou a 3.418.560 minutos.
Logo determinaram que o consumo de 5.772 cigarros ao ano multiplicado por 54 anos desde os 17 até os 71 dão como resultado 311.688 cigarros ao longo de toda a vida. Finalmente dividiram os 3.418.560 minutos perdidos pelos 311.688 cigarros fumados. Esta operação entrega a cifra de que perdem 11 minutos de vida por cada cigarro consumido.
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Coração Humilde, Gigante Derrotado
As pessoas de coração humilde têm um lugar especial no coração de Deus. O
próprio mestre disse: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mateus 5:3).
Em Tiago 4:6-10, o apóstolo estabelece uma relação entre a humildade, a sujeição a Deus e a resistência ao nosso inimigo. De fato, só podemos nos sujeitar a Deus se formos humildes, e só podemos resistir ao diabo se tivermos humildade suficiente para identificarmos, em nós mesmos, os reflexos das setas que nos foram lançadas por ele.
Ainda no texto de Tiago é dito que “Deus dá graça aos humildes”. Mas que graça seria esta?
A graça que Deus nos concede, é a força para, nos sujeitando a Ele, resistirmos ao inimigo de nossas almas. É graça para, nos chegando a Ele, termos sua presença conosco. É graça para sermos purificados, termos nossos corações limpos, e termos o bálsamo curador derramado sobre nossos corações.
Para isto, precisamos primeiramente nos humilhar diante do Senhor. Quando nos sujeitamos a Ele, podemos resistir ao diabo. E resistir não é fugir. Resistir não é ficar inerte em apatia. Resistir é se opor, se posicionar contra, avançar em vitória. E não conseguimos nos posicionar contra nada se não reconhecermos que precisamos fazer isso.
É aí onde entra a humildade. É necessário um coração humilde para reconhecermos nossas próprias falhas, dificuldades e lutas – seja diante de Deus, de outras pessoas ou de nós mesmos. A nossa tendência como seres humanos é negar, minimizar, ocultar, esconder, manipular, tentar resolver da nossa forma… ou mesmo avançar, porém na nossa própria força – todas estas, atitudes de um coração que ainda não está andando em plena humildade.
No capítulo 17 de 1 Samuel lemos a história do desafio do gigante Golias ao povo de Israel, e como o então jovem Davi, cheio do Senhor, obteve a vitória. Dentro do contexto desta breve meditação, não podemos deixar de notar um detalhe muito interessante, que nos mostra que, quando não nos posicionamos e não resistimos ao inimigo, ele avança em nossa direção. Veja:
“Golias parou e clamou às tropas de Israel e lhes disse: escolhei dentre vós um homem que desça contra mim” (1 Samuel 17:8)
Este era o desafio diário que Golias, representando o exército dos filisteus, fazia contra o exército de Israel. Este desafio durou quarenta dias, quando então Davi se apresenta. A propósito, Davi fora ungido por Deus através do profeta Samuel pouco tempo antes desse ocorrido. Ele, Davi, tinha um coração humilde (1 Samuel 16:7). Antes, porém, do desfecho desta conhecida história, a bíblia nos diz o seguinte:
“Os israelitas, vendo Golias, fugiam dele, temiam grandemente, e diziam uns aos outros: vistes aquele homem que subiu? Pois subiu para afrontar Israel”.
Observe que inicialmente Golias desafia um homem para descer contra ele; e como não se achou homem no exército de Israel que aceitasse o desafio, é dito que Golias subiu para afrontar Israel. Em outras palavras, a esta altura Golias estava literalmente “instalado” dentro do espaço do exército de Israel naquela batalha.
É isto que acontece quando não resistimos ao nosso inimigo: ele se instala. Mas há esperança de vencermos os “gigantes” de nossa vida: devemos nos sujeitar ao Senhor e sermos humildes em admitir nossas imperfeições.
Davi sabia que ele não podia vencer aquele gigante pela sua própria força. Por isso ele disse: “O Senhor me livrará da mão deste filisteu” (1 Samuel 17:37). E disse ainda a Golias: “Tu vens a mim com espada, lança e escudo; mas eu venho a ti em nome do Senhor dos Exércitos, a quem tens afrontado” (1 Samuel 17: 45).
É preciso reconhecer as nossas limitações e a necessidade de cura em nossas almas e nossas. É necessário que nos cheguemos a Deus, nos purifiquemos, e nos humilhemos na presença dEle.
Para muitas pessoas está sempre “tudo bem”. Alguns têm muita dificuldade de reconhecer que precisam de oração, de um ombro amigo, de cura ou apenas de alguém para o ouvir.
Alguns se acham sempre acima de qualquer situação. Existem pessoas envolvidas em vícios, falta de perdão, lutas de toda a espécie, que jamais se humilham e reconhecem que só se sujeitando ao Senhor se podem vencer os gigantes desta vida…
Por isso Deus diz pela sua Palavra que a graça de resistir ao diabo é para os humildes! Esta graça está disponível a todos, mas será concedida para aqueles que tiverem o coração tão humilde a ponto de chamar o pecado pelo nome, não mentir para si mesmo, não se auto-justificar nem tentar se ocultar do Senhor. Esta graça é para aqueles que simplesmente reconhecerem: “Pai, o meu gigante é esse… e eu preciso do Senhor”.
Que nesta hora nos sintamos fortalecidos pelo Espírito Santo a nos posicionarmos contra o nosso inimigo. Que nos sintamos encorajados a sermos “praticantes da palavra e não somente ouvintes” (Tiago 1:22) e a “confessarmos os nossos pecados uns aos outros para sermos curados” (Tiago 5:16).
Que não nos enganemos a nós mesmos, tentando camuflar diante de Deus nossas culpas, dificuldades e lutas, mas que simplesmente reconheçamos humildemente que, sem Ele, nada somos e nada podemos fazer; e que, portanto, precisamos desesperadamente de sua presença e auxílio em nossas vidas.
Que tenhamos um coração humilde diante de Deus, de nós mesmos e das pessoas que nos cercam, e assim veremos nossos gigantes caírem por terra e serem derrotados.
Helder Assis
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Sinagoga na Galiléia
A Galiléia é uma região que situa-se ao norte de Israel – conhecida na época
de Jesus como “Galiléia dos Gentios” – e está às margens do Lago de Genesaré ou Mar da Galiléia, que é um grande lago de água doce, muito piscoso, lugar de praias onde as pessoas se divertem e trabalham. Porém, também nesta região existiam “sinagogas”, que em hebraico é Beit Knesset ou Casa de Reunião
As sinagogas eram os locais de adoração e ensino onde a população masculina comparecia a cada Sábado para o estudo e a discussão da Torah (Torah significa “ensino”).
Durante o restante dos dias da semana a sinagoga tinha várias utilidades, tais como: escritório de advocacia, escola, lugar para aconselhamento, etc… Sua função não era meramente religiosa, mas prestava-se também à finalidades sociais, alcançando assim toda a comunidade ao seu redor.
A estrutura de uma sinagoga era muito semelhante à de nossas Igrejas (na realidade, nós copiamos o modelo da sinagoga, com pequenas alterações). No interior da sinagoga havia um altar (lugar onde o piso era mais elevado) onde os “ministros” ficavam à frente do povo.
O salão tinha uma forma de quadrado ou retângulo, com os bancos ou assentos dispostos nas paredes (as pessoas encostavam nas paredes do prédio).
Quando a lotação era muito grande, sentavam-se em bancos dispostos no meio do salão. Ali era lida a porção do Sábado em questão (esta porção chamava-se HAFTORÁ). Alguém habilitado comentava a porção e a mesma era discutida com os presentes.
Quando havia algum visitante, o mesmo era convidado à falar aos presentes. Isso aconteceu muitas vezes com Paulo em suas viagens missionárias.
A sinagoga que vemos está muito próxima à casa de Pedro. Crê-se que Jesus pregou ali muitas vezes (sempre que esteve na Galiléia).
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Cuidado para não perder a Hora (Mt 25.36-46)
O texto de Mateus 26.36-46 conta nos a história mais dolorosa de Jesus, a história do Getsêmani. Jesus passava pela anti-sala do Calvário, sentia o sabor da cruz, da dor e da solidão. Ele havia levado consigo Pedro, Tiago e João, os mesmos que já haviam presenciado muitos milagres, libertações, curas e ressurreições. Foram eles que o Senhor Jesus havia permitido presenciar o milagre da transfiguração.
Ou seja, ao que se parece era de se esperar um pouco mais de atenção deles à necessidade de Cristo Jesus. Mas ao invés disto eles se atentaram mais para nossa própria necessidade do que para de Cristo, e foram dormir. Jesus os aborda dizendo “… vocês ainda dormem e descansam? Chegou a hora!”
Hoje em dia esta história triste dos três dorminhocos tem se repetido na vida de muitos servos de Deus. São crentes que o Senhor Deus têm abençoado, mostrado Sua glória, dado privilégios e ainda assim ignoram a necessidade urgente da obra de Deus.
Levante-se e acorde! O Senhor Jesus lhe chama. Pare de perder tempo.
Pastor Éden Asvolinsque
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